Época de grande fome na selva
Na selva passava-se uma época de grande fome. O rei leão tomou, numa reunião com todos os animais a seguinte decisão:
– Para acabar com a fome, vamos acabar com todos os animais pequenos.
Assim se fez, mas a fome continuou! Nova reunião se fez, e o rei leão tomou então a seguinte decisão:
– Para acabar com a fome vamos acabar com todos os animais de boca grande.
Sussurra o hipopótamo:
– Coitadinho do crocodilo!
Direcção do vento
Estão dois alentejanos encostados a um chaparro à beira da estrada, quando passa um automóvel a grande velocidade e deixa voar uma nota de 50 euros que vai cair no outro lado da estrada. Passados cinco minutos, diz um alentejano para o outro:
– Cumpadri, se o vento muda temos o dia ganho.
Braguilha aberta?
Estavam dois alentejanos encostados a um chaparro, um deles volta-se para o outro e pergunta:
– Compadre, eu tenho a braguilha aberta?
O outro responde:
– Não, Compadre, não tem.
Responde o primeiro:
– Porra, então mijo amanhã!
Melões injectados com cianeto
Um alentejano, criador de melões, estava desesperado porque havia um grupo de miúdos da aldeia que lhe ia aos melões durante a noite. Um dia teve uma ideia e colocou um cartaz com o seguinte escrito:
– Atenção, um destes melões foi injectado com cianeto.
No dia seguinte, os miúdos não tinham tocado nos melões, o cartaz é que tinha sido substituido:
– Atenção, dois destes melões foram injectados com cianeto…
Ai o meu Ferrari!
Um lisboeta passa pelo Alentejo num bruto Ferrari mas, não conseguindo contornar uma curva, despista-se e desfaz o carro. Começa ele então a gritar:
– Ai o meu Ferrari! Ai o meu Ferrari!
Um alentejano que por ali passava, ao ver o gajo a gritar, diz-lhe:
– Ó amigo. Então você está para aí a gritar “ai o meu Ferrari”, e não vê que lhe falta um braço?
Começa então o lisboeta:
– Ai o meu Rolex! Ai o meu Rolex!
